Resumo do primeiro tempo contra o Náutico: pênalti, patético, porcaria, pelo amor de Deus, ponham-me pra dormir, pqp, pra variar nem um chute a gol.
Já percebi que os "estatísticos" consideram chute a gol nem que saia na bandeira de escanteio. Simplesmente não concordo. Tivemos a nosso favor (cuma, Wárti? Faça-me o favor...) uns três chutes tão inofensivos, quee nem fizeram o goleiro adversário piscar. Repetindo: para mim, zero chute a gol.
O que nos reservará o segundo tempo? Será que meu organismo me salvará, fazendo-me dormir no sofá rapidinho? Mais ppppp?
É. Foi melhorzinho, no sentido de que pelo menos houve mais chutes (dignos de nota) ao gol. Mas não foi o suficiente para superar o time pernambucano.
Muricy cometeu duas "ousadias": tirou o patético Patito ali pelos dez minutos do segundo tempo (Bernardo, que entrou em seu lugar, ao menos fez alguma coisa e perdeu um gol) e, numa mudança tática destinada a mudar os rumos da partida (rsrsrsrsrsrs!), ou seja, num gesto de absoluto desespero, tirou Galhardo e colocou mais um atacante. Bill! Aos 46:30! E o jogo terminou um minuto e meio depois sem que eu o visse tocar na bola.
Assim como os búfalos, Bill ruma para a extinção...
A única coisa que me chamou a atenção, mesmo, foi que Neymar, desde o jogo contra a Ponte, me dá a nítida impressão de que não está mais a fim de se matar para quebrar o galho do treinador e do resto do time. Parou.
Detalhe: esse parágrafo anterior foi escrito antes das declarações pós-jogo feitas pelo jogador. Neymar está certíssimo. Está verbalizando aquilo que todo torcedor mais observador diz já faz um bom tempo.
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