segunda-feira, 23 de abril de 2012

Talismã?

Por razões sociais, eu só assisti o jogo de ontem nos "melhores momentos" à noite. Difícil palpitar, então.

Comedir-me-ei, portanto, nos comentários. Alguém aí sabe se eu fiz uma ênclise ou uma mesóclise? Esqueci a diferença... rsrsrsrsrs...

Fui obrigado a ver o jogo do Pacaembu. Até que foi bom... ou não. Terminada a porfia, a patroa comentou, que se eu ligasse para o irmão dela, o famoso cu-cu, ele viria com o lero de que o bom é descansar para a Libertadores... Não liguei para ele, até porque concórdia entre cunhados é algo para se guardar no lado esquerdo do peito, mas, não surpreendentemente, em sua coluna sobre o jogo, um conhecido kiberrepórter escreveu exatamente isso.

É uma verdade, mas parcial. Dez dias treinando e descansando serão bons, mas haverá um crescimento paulatino de pressão psicológica, que pode explodir em hora e local errados.

Do nosso lado, vai ser uma semaninha duca.

Tudo levar a crer que Maranhão ocupará a vaga de Pará nas três substituições possíveis na Libertadores. A vida é escrita por vias tortuosas e Maranhão, mais falado como moeda de troca ultimamente, talvez acabe (quase) consagrado como nosso talismã. Isso porque, com a contusão de Fucile e, parece, agora, Henrique (viaja a La Paz não sei porque, já que o problema no joelho parece ser grave), acabamos no velho "não tem tu, vai tu mesmo". Por outro lado, nas partidas que vi este ano, Maranhão apresentou desempenho acima daquele do ano passado. Nenhuma maravilha, mas, marcando gols e brigando bem.

Lembra o Pará no ano passado. Este nunca foi lá essas coisas até afundar definitivamente na mediocridade que o levou ao Grêmio. Mas em diversas partidas da Libertadores brigou muito e foi útil. Será que o mesmo ocorrerá com Maranhão? Como ficou no ar a volta de Fucile, é bom que seja...

Domingo que vem contra o time da pizza, Juan não joga. Tomou o terceiro amarelo ontem, dizem que forçado, já que, por contrato, não pode enfrentar seu antigo time. Espero que Leo possa jogar e bem, porque foi por ali que perdemos o último jogo contra eles.

Do dérbi campineiro, espero que reste o Guarani. Apesar da presença de Domingos (também tem cláusula de não jogar contra o time detentor de seus direitos?) batem bem menos que os discípulos de Gilson Kleina.

Reclamaram do cansaço, mas é questão de escolher quando ocorrerá. Em sobrevivendo a esta semana, a seguinte servirá para relaxar, enquanto os outros jogam.

Jogaremos quarta lá perto das estrelas e domingo contra a turma da pizza. Depois, na quarta, neca. Em ganhando dos pizzeiros, no outro domingo tem jogo em Campinas e só dia 10 de maio ocorrerá o jogo de volta contra o Bolivar. Dá para relaxar, sim.

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