quinta-feira, 3 de maio de 2012

Feira Orgânica

Ervas Grossas

No intervalo do jogo em La Paz, o Santos atrasou sua volta a campo o mais que pode.

Comentei com minha mulher, ainda no intervalo daquele jogo, que eu teria feito o mesmo, até porque na Libertadores vale muita malandragem, mas que por outro lado, ultimamente tenho visto este expediente até em jogos contra times de pouca expressão no Campeonato Paulista.

Sempre pagando multa, enquanto sabemos que não há sobra de "erva" no Clube.

Qual seria o objetivo de tal prática?

Malandragem demais acaba sendo um chute no próprio traseiro.

Abóbora

Este escriba vira abóbora, com acesso limitado à web, voltando ao ciberespaço no dia da estréia do Time no Nacional, contra o Bahia em Pituaçu.

Abacaxi

Em decorrência da abóbora acima, deixarei de assistir a diversos jogos do Santos. Os dois da final do Paulista, o de volta contra o Bolivar. Espero ver boas notícias nos raros momentos de acesso à internet que terei.

Pepino Marinado

Com a reserva de entradas feita entre Santos e Guarani (55% para o mandante de cada um e com vendas somente in loco, que não favorecem a nossa torcida) desconfio que, principalmente no primeiro, vai-se ficar longe da lotação do panetone.

Dados os 12% de aluguel do estádio versus os R$50mil do Pacaembu, parece que se os dois jogos fossem no "próprio da municipalidade" (como diria Peirão de Castro) se maximizaria a renda líquida. Não sentei para fazer contas (em tempo: eu também faço contas andando e deitado!) mas não vejo grande vantagem financeira em jogar no panetone a menos que se venda algo próximo de 100% das entradas.

Claro sinal do dedo de José Maria Marin nessa estória. Ainda bem que ele não é proctologista!

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