quinta-feira, 31 de maio de 2012

Neymar e o coletivo

Ontem tive dois prazeres: ver o time da cebefê fazer uma partida decente e ver a grobo provar de seu próprio remédio, tendo que mexer na grade de programação por imposição das emissoras americanas!

Fazia uns bons anos que não via uma partida melhor do time nacional. Ontem foi interessante.

De um lado, o time americano faz tempo que é uma equipe de respeito. Os times americanos são fracos, mas sua seleção é competitiva. Não por acaso, do time que iniciou a partida ontem, sete jogadores atuam fora (quatro na Europa e três no Mexico). Não é fácil ganhar deles, não.

No time alinhado por Mano, comento só alguns jogadores.

Rafael - Boa estréia. Boas defesas. No gol, não cortou o cruzamento porque a bola bateu em sei lá quem que se atirou na frente do jogador adversário.

Danilo - Na defesa foi melhor, mas no apoio, não gostei. Jogadas pífias.

Thiago Silva - A outra vaga no miolo da zaga pode estar em aberto. A dele, é dele.

Marcelo - Boa partida. Conforme for ensaiando as jogadas com Neymar, o lado esquerdo da Seleção vai ficar infernal. E que José Mourinho não nos ouça!

Oscar - R$15MM? Saiu de graça para o Inter... (ou foi a DIS que comprou?). Mourinho foi a Hamburgo ver Lucas (disseram que não gostou - achou imaturo). Creio que foi ao jogo e ver o jogador errado. Azar dele... Quero ver como Mano vai fazer para escalar Oscar e Ganso juntos... Este último deve estar pondo as barbas de molho.

Leandro Damião - Junto com o Santos, o Inter é o outro grande prejudicado pelas convocações. Oscar e Damião vão fazer muita falta ao Inter. Ambos os times terão problemas no Nacional sem seus dois principais jogadores.

Neymar - Tentou poucas jogadas individuais ontem, mas foi taticamente fundamental, tendo participado de três dos quatro gols brasileiros. Serviu a seus companheiros como não o tenho visto fazer no Santos. Espero que Muricy e Tatá tenham visto e anotado o jogo. O resto do time do Santos é tão ruim que ninguém serve para tabelar e fazer jogadas como as que vimos ontem? Faz tempo que Neymar não joga tão coletivamente no Santos. Será que voltará a faze-lo nos próximos jogos, que serão muito importantes?

Também fiquei com a impressão de que, por ordens de Muricy, Neymar anda maneirando, com vistas à Libertadores. Inconfessável, mas que parece, parece...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O órgão mais sensível do corpo humano

É o bolso...

Os dois jogos da semi-final da Libertadores "já começaram". Provocações, com a de Fucile, devem avolumar-se nos próximos dias.

Eu resolvi dar minha contribuição (pendente de saber se a Tesouraria do Santos pagou o prêmio pelo Campeonato Paulista...).

Vocês sabiam que o campeão brasileiro do ano passado, até agora não pagou nicas aos jogadores?

Taí, com a confirmação lembrada acima, que tal lembrar disso a gambazada?!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Cobertor curto

Muricy estaria entre Ewerton Pascoa e Bill para a vaga remanescente para os jogos subsequentes da Libertadores.

Ou cobre a cabeça ou cobre os pés.

Os pés seriam ter Pascoa, um defensor, na vaga de Simon, cedido ao America - MG. Mas tudo depende da recuperação da contusão de Borges. E aí poderia optar por Bill, para não ficar sem reserva para Kardec.

Pena que não possa trocar mais gente. Tem pelo menos um jogador inscrito na Libertadores que, pelas últimas partidas, anda merecendo um pé no traseiro... não é, seu Felipe Anderson?

Para o lugar de Ganso, eu iria de Leo, conforme comentado após o jogo contra o Velez.

E o cobertor é esse mesmo. Talvez algum dia o Santos possa ter um edredon...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O tuiter, a memória seletiva e a marginalidade

Foi o Santos materializar-se como o adversário das galinhas pretas na Libertadores que alguns de seus torcedores tuitaram lembrando dos 7 x 1 de 2005.

Não surpreendentemente a imprensinha cor de titica de galinha com diarréia sempre vai atrás. Adoram publicar notinhas sobre o assunto. Sobre os 7 x 1 do Santos sobre o  mesmo time, nem uma linha. Não convém...

Ninguém lembrou que a galinhada perdeu por resultado idêntico no dia 8 de maio de 1932.

A memória, no futebol, costuma ser curta. Mas se 1932 está longe, 2005 também já está. Além do que, a temporada de 2005, para a galinhada, foi mais marcado pela "administração" Duailib + Kia e por arbitragens estranhas (Cuma? É só ler as manchetes da época.) do que qualquer outra coisa.

Orgulhar-se de resultados, não importando como foram conseguidos, é coisa de marginal, no sentido estrito da palavra.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Post pós jogo no poste

Impressões do jogo? Diversas:

Fernandão, meu cardiologista e Santista como nós, está de parabéns! Meu coração aguentou direitim...

O jogo em si? Esse já não foi nada fácil de aguentar.

O Velez fez o mesmo catenaccio quadra toda do jogo passado e quase conseguiu segurar o 0 x 0. E o Santos mostrou que dificilmente consegue desvencilhar-se desse tipo de marcação. Problema para Muricy resolver e para a Diretoria tentar conseguir uma ala direita mais eficiente e o time deixar de jogar torto pela esquerda super-explorando Neymar. Se ele é anulado, babau... Pelo que vi contra o Bahia, para o Nacional talvez frutifique essa ala. Para o resto da Libertadores não haverá tempo e há times que jogam parecido vindo aí...

O fato foi que o Santos não jogou nada bem. Penetrou pouquíssimo. Chutou quase nada a gol. E quando chutou, pouco aproveitou. Foi uma pena que o goleiro portenho tenha conseguido fazer a falta, mesmo sendo expulso. Eu preferia que Neymar tivesse conseguido fazer o gol. O que vocês pensam? O que valeria mais? Um gol naquela altura da partida ou a expulsão?

Muricy, dentro da exiguidade do elenco inscrito na competição, substituiu bem.

Vendo que a expulsão do goleiro, que fez o Velez jogar o segundo tempo com dez, não mudava uma vírgula da tática do time argentino, primeiro tirou Adriano e colocou Renteria. Dentro de suas limitações, Renteria até acrescentou algo ao ataque, inclusive tendo sofrido um pênalti não marcado pelo árbitro uruguaio. Assisti o  jogo pela Fox, que repetiu o lance à exaustão. Tocaram, sim, o pé de apoio de Renteria, derrubando-o.

Depois fez a alteração que mudou a sorte da partida. Tirou Juan (que não jogava pior do que o resto do time) e colocou Leo. Este, que já tinha jogado bem contra o Bahia, mandou ver. Deu mais dinâmica à ala esquerda do ataque (achei Neymar meio parado no segundo tempo - cansado, dolorido?) tabelou com Ganso e serviu Alan Kardec para este marcar com o pé de subir no ònibus. Kardec, que tinha perdido um gol cara a cara com o goleiro adversário redimiu-se aí e também no pênalti bem batido (ser o primeiro a bater pesa?).

No fim, já que Henrique pregou e o Velez ciscava nas suas costas, pôs Maranhão para segurar o gambito portenho.

Enfim, Leo foi o nome do jogo, fácil, fácil, encerrando a série de pênaltis fazendo o quarto gol com categoria.

Pênaltis? Rafael fez uma boa série na disputa de pênaltis. Além de catimbar em todas as cobranças, fazendo com que o segundo batedor argentino mandasse a bola para sua torcida, ainda pegou o segundo, mesmo considerando que eu sempre acho que goleiro não pega pênalti e sim que os atacantes perdem, Gostei de Elano ter feito o dele com autoridade. Deve ter tirado um peso de cima dele...

Vai ser dificil dormir cedo. Vamos dar um jeito de ver La U vs Libertad para ver se pego no sono.

Enforca o foca!

Eu não deveria mais ficar pasmado com o festival de besteiras que se lêem na mídia esportiva, seja na web, seja em papel, para não falar da tv e do rádio...

Leitor há décadas da FSP, ultimamente parece-me que o pessoal que é contratado para trabalhar na área esportiva anda capengando. Só hoje deu para ler duas besteiras monumentais:

  • Página D3 - Flu x Boca: o repórter afirma que "a igualdade ... saiu dos pés do atacante Santiago Silva após receber um belo passe de Riquelme"! Quem escreveu isso não estava no Engenhão, nem viu o jogo pela tv. Quem viu sabe que Riquelme recebeu pela direita, chutou na trave, esta voltou sobre a linha de gol, o goleiro do Flu deu um tapa na bola para ela não entrar e esta foi parar nos pés de Silva, que cumpriu seu papel, estufando as redes. "Belo passe de Riquelme" onde, cara pálida? Tão pálida que a coluna é "assinada" por "Do Rio". Só rindo...
  • Página D7 - Sobre "La U": "... o time é o mais jovem das quartas-de-final...os jogadores têm uma média de idade de 25 anos, contra os 26 anos do Santos, time que mais se aproxima da juventude dos chilenos". Que baita diferença, não?! De 26 para 25 vai fazer uma diferença bárbara no campo... Acho o assunto até relevante. Mas seria bom se alguém fosse mais a fundo e publicasse os dados base e, além da média, falasse do desvio padrão, além de comentar sobre os jogadores que se encontram nas extremidades da amostra. Aposto que teríamos alguns insights interessantes. A coluneta foi assinada por quem? Pelo famoso "De São Paulo"! Manjam?
Acho que quando um jornal começa a ter como norma não atribuir nomes a reportagens sua credibilidade já era.

Futebol é um sacerdócio

Principalmente nos "jogos de 180 minutos" da Libertadores...

Repararam nos marcadores dos jogos desta fase da Libertadores até ontem? Média de 1 gol por jogo... e nós precisamos marcar dois. Ir para os pênaltis, como estratégia, nem pensar. Estratégia? Ontem o Boca parecia contentíssimo com isso, até que achou um gol no finalzinho. Achei besteira. Por acaso os jogadores deles seriam melhores em cobrança (e pegança) de pênaltis? Precisamos marcar dois mesmo, além de não tomar nenhum.

Haja pilha... Lembram dos dois jogos na Vila contra os times bolivianos? Contra o Bolivar (teoricamente o melhor time boliviano) foi fácil. Contra o Strongest, não foi não. Fizemos os dois a zero, mas bem no fim do jogo. Pilha, pilha, pilha...

O Velez Sarsfield é bem melhor do que esses dois e em BsAs já jogou fechado como uma ostra e não deixou nosso time tomar iniciativa nenhuma. Hoje à noite, espaços na defesa dele serão verdadeiros sovacos de cobra... Haverá que ter 100% de aproveitamento nas oportunidades surgidas, que serão bem poucas.

Então, nosso time terá que entrar em campo pensando na salvação eterna. Ligado o tempo todo e sem cometer nenhum "pecado". Gol no início ou nos acréscimos valem o mesmo...

Vou até a esquina armar um ebó para já estar 2 x 0 no fim do primeiro tempo. Sem isso, com o tempo passando, eu vi ontem os jogadores do Flu terem suas pernas cada vez mais bambas. A pilha era tanta que no fim do jogo eles não acertavam coisa nenhuma.

Pé de pato, mangalô, três vezes!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Descobriram a pólvora

Cheguei de viagem sábado de manhã e a patroa, pela noite, perguntou se iríamos quinta-feira ao jogo contra o Velez na Vila.

Resposta minha, no ato: - Se fosse no Pacaembu eu iria. Na Vila, certamente haverá confusão com os ingressos e mesmo que conseguíssemos, vai ser aquele eterno senta-levanta ou pior - só levanta... Vou de couch potato da Fox mesmo... Tirando as cativas, vão sobrar uns 10.000 ingressos para venda, só...

Não deu outra. Além do pau no sistema da CSU, para sócios só foram vendidos 5.000 ingressos. Eu é que fui otimista pensando no dobro...

Quando o bicho pegou na segunda-feira, acessando os e-mails irados no forum da Resgate eu fiquei tentado a fazer comentários lá, mas propositadamente deixei a temperatura do assunto cair e escrever mais tarde (agora).

O mais interessante era o tom de "novidade" e "surpresa" pelo acontecido. Que era previsibilíssimo.

Desde os meados do primeiro ano do primeiro mandato de LAOR que se fala na meta de 100.000 sócios.

Quando isso foi prapagandeado, escrevi (já apaguei os posts no Santistaroxo de dois anos atrás - não adianta querer conferir) que, a menos que o Santos construisse logo um estádio maior, em pouco tempo, assistir um jogo na Vila ficaria praticamente impossível. Iria ter que haver sorteio...

Esse momento já chegou e é, de certa forma, um atestado de sucesso do programa de novos sócios. Alguns dirão que é um triste atestado, mas não vejo como poderia ter sido feito diferente.

Explico: em administração, há sempre que tomar decisões em clima de recursos limitados. Aí fica sempre a questão de se a empresa deveria construir primeiro a fábrica nova em Bananal do Sul ou desgargalar a fábrica velha em Bananal do Norte. As cifras financeiras podem dos dois investimentos podem ser até muito parecidas e aí entra a experiência da Diretoria que está tomando a decisão. Decisão essa pela qual ela se responsabilizará perante o Conselho e os acionistas mais adiante.

Num clube de futebol é parecido e no caso específico do Santos, ficou no ar (há dois anos) o que fazer primeiro: construir (ou arrumar um parceiro que construa) o estádio ou aumentar o número de sócios para gerar renda. Não são dois investimentos, mas são ações que têm consequências que colidem e aí... A decisão foi aumentar o número de sócios, por mais que as consequências no curto prazo pudessem (estão sendo...) as desta semana.

Agora, com a bicicleta andando, volta a questão do estádio. Que eu saiba não há mais que balões de ensaio. Mas esses balões vão ter que voar mais rápido e desembocar em ação mais rapidamente ainda.

Isso será possível? Tenho minhas dúvidas. Com o esquema dos estádios evoluindo nas capitais dos Estados, não enxergo muita oportunidade para interessar alguém a investir numa arena em cidade menor, mesmo que importante, como é o caso de Santos.

O que doeu mesmo no episódio desta semana foi saber que resultaram muitos ingressos na mão de cambistas. Dado que muitas entradas foram reservadas para torcidas organizadas e patrocinadores, fica fácil imaginar por onde esses ingressos escaparam. E esses buracos já poderiam ter sido tapados, ao menos parcialmente.

Desse jeito, em ganhando do Velez, vamos ter que jogar no Morumbi, porque mesmo no Pacaembu vai ser difícil para sócios conseguirem comprar.

Nosso novo estádio já deveria estar em nível mais avançado de projeto. Não conheço, porém, nenhum indício que me faça crer nisso.

O que vocês pensam?

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Aqui me tens de regresso

Depois de um par de semanas gringas, com direito a flagrar até as finais do campeonato universitário de lacrosse (argh!) na ESPN, eis-nos de volta a Pindorama.

E ontem, Pindorama resumiu-se a Pituaçu. Ô joguinho duro de roer. Só a nossa turma para assistir com interesse...

Conclusões? Algumas:

  • Fizemos um primeiro tempo melhor que o segundo. Com aquele campo (muito bom, por sinal - outros teriam ficado impraticáveis) encharcado, o time cansou.
  • A defesa foi muito bem, mas o nosso ataque... Borges e Renteria fizeram o que são capazes. Muito pouco. Renteria fez um primeiro tempo acima das minhas expectativas, caindo pela direita, mas depois voltou ao seu (fraco) normal. Borges, como alguém já comentou, ontem ratificou sua condição de reserva. Perdeu uns gols que valeriam dois pontinhos no puçá. Principalmente aqueles dois no fim e principalmente aquele aos 40 minutos. Para fora, ô meu?! Era daqueles para a vovó fazer...
  • Serviu para tirar o "stage fright" de alguns jogadores novos. Não vi nenhum destaque, seja positivo ou negativo. Coletivamente, seguraram bem o time do Bahia. Também vi um Leo em forma, aguentando até o fim um jogo cansativo.
  • Falcão: aposto (e registro aqui) que não emplaca a virada dos turnos. O elenco do Bahia é fraco e, mesmo jogando em casa, cedeu o maior domínio de bola ao visitante. Quem vai pagar esse pato será o treinador, sem dúvida.
  • Chuva: por mais que o marketing turístico baiano queira esconder, conforme disse-me meu cu-cu quando morava lá (e eu já senti na pele), de meados de maio a meados de setembro chove muito e você periga voltar a sua casa com a mesma cor com que chegou (ou menos...). Sem surpresa. Uma vez eu cheguei a Salvador já depois de meia-noite, aluguei um carro e chovia igualzinho a ontem. Na Paralela, só dava eu e uma kombi que não parecia saber para onde ia... Cheguei no Iguatemi com quase um palmo de água na pista. Embora eu conhecesse o caminho para o hotel pela avenida que iria dar no Ceasa em Rio Vermelho, a visibilidade era tão ruim que eu embarafustei para a Pituba. Pela orla, pelo menos eu sabia que o mar estava a bombordo...
O que vocês acharam?

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Feira Orgânica

Ervas Grossas

No intervalo do jogo em La Paz, o Santos atrasou sua volta a campo o mais que pode.

Comentei com minha mulher, ainda no intervalo daquele jogo, que eu teria feito o mesmo, até porque na Libertadores vale muita malandragem, mas que por outro lado, ultimamente tenho visto este expediente até em jogos contra times de pouca expressão no Campeonato Paulista.

Sempre pagando multa, enquanto sabemos que não há sobra de "erva" no Clube.

Qual seria o objetivo de tal prática?

Malandragem demais acaba sendo um chute no próprio traseiro.

Abóbora

Este escriba vira abóbora, com acesso limitado à web, voltando ao ciberespaço no dia da estréia do Time no Nacional, contra o Bahia em Pituaçu.

Abacaxi

Em decorrência da abóbora acima, deixarei de assistir a diversos jogos do Santos. Os dois da final do Paulista, o de volta contra o Bolivar. Espero ver boas notícias nos raros momentos de acesso à internet que terei.

Pepino Marinado

Com a reserva de entradas feita entre Santos e Guarani (55% para o mandante de cada um e com vendas somente in loco, que não favorecem a nossa torcida) desconfio que, principalmente no primeiro, vai-se ficar longe da lotação do panetone.

Dados os 12% de aluguel do estádio versus os R$50mil do Pacaembu, parece que se os dois jogos fossem no "próprio da municipalidade" (como diria Peirão de Castro) se maximizaria a renda líquida. Não sentei para fazer contas (em tempo: eu também faço contas andando e deitado!) mas não vejo grande vantagem financeira em jogar no panetone a menos que se venda algo próximo de 100% das entradas.

Claro sinal do dedo de José Maria Marin nessa estória. Ainda bem que ele não é proctologista!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Secagem

Depois da canseira da semana passada, nesta, nosso time folga, voltando a jogar domingo.

Ao torcedor, fora acompanhar os treinos, que recomeçam hoje, resta secar os times concorrentes.

Aproveitando que está frio, liguei meu secado no quente e no máximo.

Que percam todos!