terça-feira, 23 de julho de 2013

Mete logo um direto...

Se relermos os comentários de diversos jornalistas sobre as últimas partidas do Santos uma quase unanimidade chama a atenção: o adversário jogou melhor no primeiro e o Santos no segundo tempo.

O fato pode ter diversas explicações:

  1. Claudinei a tudo observa e mexe, com sucesso, no intervalo;
  2. Claudinei observa e, em geral, mexe certo, mas o faz um tanto lentamente. Por que não mexe, nem que seja só na disposição tática, digamos, no meio do primeiro tempo?
  3. O time entre em campo desligado e só pega, no tranco, depois de uma bronca no intervalo;
  4. Como o time está repleto de jogadores jovens e a média de idade é inferior á dos adversários, no segundo tempo estes abrem o bico e fica mais fácil achar espaços para jogar;
  5. TDA
  6. NDA (alguma sugestão?)
Eu acho que é uma mistura de 2 com 4. Particularmente quanto ao item 2, é um lugar comum comparar o futebol com o boxe, falando em "fase de estudos". No boxe, a menos que algum lutador vá logo metendo um direto no queixo do adversário, o primeiro assalto é gasto tentando perceber onde estão as falhas do adversário. No futebol ocorre algo parecido, mas creio que em vinte minutos, aquele auxiliar munido um celular, que fica lá na arquibancada, tem que já ter "batido" alguma coisa de útil para o treinador, ou então deve ser despedido após o jogo...

Sou mais pelo direto. Se o time é melhor que o adversário, normalmente (*) deveria encerrar o primeiro tempo em vantagem no placar.

(*) Rigorosamente dentro do conceito estatístico do termo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário