É um jogo que, em geral, os solteiros tendem a ganhar, porque, em tese, são mais jovens e correm mais.
Foi o que pareceu o jogo de ontem. Aliás, o Santos vem atuando com uma lentidão enorme já faz algum tempo. A impressão geral é que "ninguém" passa nenhuma bola de primeira. Parece que é preciso sempre matar a gorduchinha, levantar a cabeça, pensar (?) para aí dar algum destino à pelota.
Com camarão que dorme a onda leva, aí vem alguém e lhe toma a bola, ou os demais jogadores têm reforçada a marcação e ficam "impassáveis".
Aí, toma dar passes na defesa, de lateral a lateral, "à la Barça" (como chegaram a dizer e eu morrer de rir ou de raiva, mesmo...). Improdutividade excelsa!
Virou mesmo um "toca pro Neymar". Só que, marcado e cansado, ele não tem como resolver tudo. E aí a imprensinha esportiva diz que ele jogou mal...
O resto do time? Não se mostram capazes de fazer um mísera triangulação para tentar envolver o time adversário. Ou Muricy não treina isso ou os jogadores de quem pediu a contratação são incapazes técnica e fisicamente de fazê-lo.
O time pode até virar tudo na próxima quarta-feira. Eu vou ficar contente, mas não mudarei de opinião sobre Muricy. Prazo de validade vencido.
Assisti o pega (pra capar, literalmente, dentro e fora de campo...) entre Polônia e Russia. Apesar de todo o trabalho das autoridades (não só esportivas) a palavra Katyn empesteava no ar.
Gostei do jogo. Os dois times jogaram de maneira algo parecida. Estilo eslavo. Corre, tromba, mata e obedece ao sistema tático...
Havia de ambos os lados uma tremenda objetividade e passes longos, rápidos e precisos.
Especialmente, no time da Russia, a objetividade parecia bem maior. Em um bom número de contra-ataques, o jogador de meio-campo que detinha a bola teve a opção de passa-la a mais de um companheiro. Um que corria pela ponta e um pelo centro de campo.
Adivinhem para quem era, sempre, endereçada a pelota. Ao que estava no centro e portanto mais perto do gol adversário, mesmo que para chutar a gol ainda tivesse que desvencilhar-se de um marcador.
Tremenda objetividade. Na velocidade com que o jogo corria (!), passar para o ponteiro, para posterior cruzamento, acarretaria deixar o resto da defesa adversária voltar e posicionar-se.
Óbvio, não?
No banco, o "professor" holandês Dik Advocaat...
Será que depois da Eurocopa ele vai estar no mercado?
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