segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cavalheirismo, profissionalismo e outros ismos

Muito tempo sem futebol provoca síndrome de abstinência nos adictos. Ainda mais hoje, uma segunda-feira!

O que fazer? Peguemos aquela sobra de picadinho que restou na geladeira, mais uma farofinha e voilá! O almoço está servido!

Uma frase manjada diz que um acordo de cavalheiros funciona desde que haja cavalheiros de ambos os lados. Coisa pouco encontrável  no mundo do futebol. As exceções são tão poucas que não vou citá-las.

Profissionalismo é a mesma coisa. Um contrato de trabalho funciona havendo profissionais entre os que contratam e o contratado para realizar alguma coisa.

A guerra, pela imprensa, entre R10 e o Fla beira o ridículo.

De um lado, o jogador (?!) tenta salvar sua imagem para ainda conseguir algum contrato em um clube mais desavisado (há muitos!) e do outro a presidenta (?!) urubulina tenta o mesmo visando tirar do brejo onde se enfiou sua candidatura a vereadora no Balneário.

O fato é que nunca houve nem cavalheiros, nem profissionais em nenhum lado dessa estória. Bufa.

O que não faltou, mesmo, é sem-vergonhismo.

Alguém sabe informar se isto se escreve com hifen? Da última reforma ortográfica eu não entendi muita coisa...

Tem jogo contra o Flu quarta, e domingo contra o São Paulo. Mas está muito longe para comentar o que quer que seja. Apenas espero, por otimismo, que Neymar e Rafael voltem ilesos, física e moralmente.

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